Sobre o Free Pascal Compiler – Instalação e uso

Segundo o fabricante o produto Free Pascal Compiler, “FPC é um compilador de código aberto profissional de 32 e 64 bits voltado para a programação de computadores nas linguagens de programação PASCAL e OBJECT PASCAL desde 1993.

Está disponível para diferentes processadores Intel x86, Amd64/x86 64, PowerPC, Sparc. Suporta os sistemas operacionais: Linux, FreeBSD, Mac OS X/Darwin, Mac OS Classic, MS-DOS, MS-Win32, IBM-OS/2, Netware (libc e classic) e MorphOS.”

“A sintaxe da linguagem do FPC é similar e compatível com a sintaxe utilizada no Turbo Pascal 7.0 da empresa Borland. O Free Pascal utiliza algumas extensões usadas pelo compilador Delphi (classes, rtti, exceções, ansistrings). Além de possuir um extenso conjunto de outras características e funções.”

“O programa é distribuído sob as normas da Licença Pública GNU modificada para permitir o uso de bibliotecas estáticas quando da criação de aplicações. As fontes do compilador estão disponíveis, sendo o compilador totalmente escrito em linguagem Pascal.”

Instalação

O processo de instalação do FPC no Ubuntu é muito simples e prático, bastando para isso os seguintes passos:

1 – Abra um terminal/console.

Para isso acesse no menu Principal do Sistema, em Aplicativos -> Acessórios -> e selecione Terminal.

2 – Digite o seguinte comando no Terminal:

$ sudo apt-get install fpc

3 – Digite a senha do root e aguarde o término da instalação.

O apt-get irá baixar e instalar/configurar o FPC pra você. Observe a Figura 1:

Linux: Instalando Free Pascal Compiler no Ubuntu
Figura 1

Ok! Tudo pronto! Hora de testar.

No terminal digite:

$ fp

Então será aberto o editor de código do Free Pascal Compiler.

Veja nas Figuras 2 e 3 abaixo:

Linux: Instalando Free Pascal Compiler no Ubuntu
Figura 2
Linux: Instalando Free Pascal Compiler no Ubuntu
Figura 3
 
Fonte: Vivaolinux
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Monte Google Drive no Linux com o google-drive-ocamlfuse

Está com dificuldades para usar o Google Drive no Linux? Então aqui está mais uma alternativa para gerenciar facilmente seus arquivos no serviço usando Linux:  google-drive-ocamlfuse.
gdrive-ocamlfuse
google-drive-ocamlfuse é um backend do sistema de arquivos FUSE para o Google Drive, que você pode usar para montar o seu Google Drive no Linux. Mais de um ano depois que o Google anunciou seu serviço de armazenamento e sincronização de arquivos chamado Drive, ainda não há um cliente oficial do Linux. Existem alguns clientes não oficiais, mas eles não são perfeitos: Insync não é livre, Grive só funciona em linha de comando e seu desenvolvimento parece ter parado.

Entre as características do google-drive-ocamlfuse estão o suporte completo de leitura/gravação para arquivos e pastas regulares, suporte para múltiplas contas, manipulação de arquivos duplicados, bem como acesso ao diretório de lixo do Google Drive. Ele também fornece acesso somente leitura para o Google Docs, planilhas e Slides, que podem ser convertidos para ODT, ODS ou PDF.  Ele ainda está em testes e por isso, enquanto ele funciona muito bem, você pode encontrar bugs. Também vale a pena mencionar que as mudanças não aparecem imediatamente – quando você editar ou enviar um novo arquivo, pode demorar 60 segundos (isso é configurável) até que as alterações aparecem no sistema de arquivos montado. Se os arquivos adicionados recentemente não aparecem no gerenciador de arquivos, digite a pasta novamente ou atualize ela (Ctrl + F).

Instalando o google-drive-ocamlfuse no Ubuntu

Para instalar o google-drive-ocamlfuse no Ubuntu, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);

Passo 2. Adicione o repositório do aplicativo com o seguinte comando:

sudo add-apt-repository ppa:alessandro-strada/ppa

Passo 3. Atualize o Apt digitando o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Para instalar o aplicativo, use este comando:

sudo apt-get install google-drive-ocamlfuse

Usando o google-drive-ocamlfuse

Para autorizar o google-unidade-ocamlfuse com o Google, execute o seguinte comando:

google-drive-ocamlfuse

Isso deve abrir uma aba no navegador da web padrão, pedindo autorização para que o google-unidade-ocamlfuse acesse o seu Google Drive. Clique em “Permitir”, aguarde alguns segundos para google-unidade-ocamlfuse para recuperar o código de autorização.
Agora vamos montar o Google Drive. Crie uma pasta no seu diretório home, chamemos-lhe “gdrive”:

mkdir ~/gdrive

E agora monte o Google Drive, usando o comando abaixo:

google-drive-ocamlfuse ~/gdrive

Se você quiser configurar o intervalo entre as consultas para detectar alterações no lado do servidor, o formato de exportação utilizado para documentos do Google e assim por diante, consulte o arquivo de configuração: ~/.gdfuse/default/config

 

Fonte: Edvaldo Brito


Finalizando tarefas (processos)

Para a maioria das pessoas que estão acostumadas a finalizar tarefas com o Ctrl + Alt + Del no Windows, aí vai uma dica para finalizar processos no Linux.

Entre no shell e digite o comando:

$ top

Aparecerão todos os processos que estão sendo executados. Procure o número PID do processo.

Dai é só executar o comando:

kill (pid)

Exemplo:

$ kill 1234

Pronto! É simples, mas espero que tenha ajudado.

Desabilitando a conta de convidado (Guest) no Ubuntu 12.04

Nem sempre é uma boa ideia ter a conta de convidado (Guest) habilitada. Mas por que? Simplesmente porque o Guest pode acessar e fazer tudo no sistema. A única coisa que ele não consegue é acessar a home dos outros usuários.

Para desabilitar esta opção de login que vem como padrão no Ubuntu 12.04 (assim como em versões anteriores do Ubuntu), abra um terminal e digite:

sudo gedit /etc/lightdm/lightdm.conf

E adicione a linha abaixo no conteúdo do arquivo:

allow-guest=false

Seu arquivo deverá ficar assim:

 

Agora só falta reiniciar o LightDM:

sudo restart lightdm

Pronto! Deslogue e logue novamente para ver o resultado

Acessar diretório home criptografado pelo Ubuntu usando live-cd

Se por algum motivo você necessitar acesso através de um Live CD ao diretório home de um determinado usuário, que foi criptografado pelo Ubuntu Linux, eis uma maneira de fazer isso (é necessário saber a senha de login do usuário).

Rodando a partir do live-cd, abra um terminal (irei acessar como root para não precisar usar o sudo a cada comando):

$ sudo passwd root
$ su root

Monte o Ubuntu que você tem gravado no HD no diretório /mnt do sistema que você está rodando no momento (live-cd):

# mount /dev/sda1 /mnt

* onde você deve substituir sda1 pela partição em que seu Ubuntu está instalado.

# mount -o bind /dev /mnt/dev
# mount -o bind /dev/shm /mnt/dev/shm
# mount -o bind /proc /mnt/proc
# mount -o bind /sys /mnt/sys
# chroot /mnt

Se o diretório home estiver em outro HD ou em outra partição, esta é a hora de montá-lo:

# mount /dev/sda6 /home

Agora faça login com o nome de usuário a qual pertence o diretório home que você quer acessar:

# su – nome-de-usuario

Para ter acesso descriptografado ao diretório home do usuário rode:

$ ecryptfs-mount-private

Você verá:

“Enter your login passphrase:”

* Informe a senha que o usuário dono do diretório utiliza para fazer o login do sistema. Feito isto, basta acessar a pasta do usuário que os arquivos aparecerão descriptografados:

$ cd /home/nome-de-usuario
$ ls -a

*passphrase: você deverá colocar a chave de criptografia que definiu na instalação do sistema

Recuperando partições danificadas

por Carlos E. MorimotoLinux na Rede

Assim como no Windows, você nunca deve desligar o micro no botão ao rodar qualquer distribuição Linux.

Mas, acidentes acontecem. A energia elétrica acaba de vez em quando, alguns dos drivers de softmodems podem fazer o micro travar (estes drivers são proprietários, por isso não é possível corrigir bugs, como em outras partes do sistema; você depende unicamente da boa vontade do fabricante) e assim por diante.

Durante o boot, o sistema verifica as partições em busca de problemas, tentando resolver qualquer inconsistência no sistema de arquivos causado por um desligamento incorreto. Você pode perder alguns arquivos que ainda não tivessem sido salvos no HD, mas a idéia é que a verificação coloque todo o resto em ordem.

Para partições em ReiserFS é usado o reiserfsck, para partições em EXT2 ou EXT3 é usado (respectivamente) o fsck.ext2 ou o fsck.ext3 e para partições em XFS é usado o xfs_repair.

Mas, em alguns casos, o dano pode ser grande o suficiente para que não seja possível repará-lo automaticamente, fazendo com que o sistema simplesmente deixe de dar boot.

Não há motivo para pânico. Você pode dar boot pelo CD do Kurumin e usá-lo para reparar as partições danificadas.

Abra um terminal e vire root (su), lembre-se de que, ao rodar o Kurumin pelo CD, você pode definir a senha de root usando o comando “sudo passwd”. A partição a ser reparada precisa estar desmontada. Vou usar como exemplo a partição /dev/hda1.

Se for uma partição EXT3, use o comando:

# fsck.ext3 /dev/hda1

Ele vai começar a apontar os erros e perguntar se cada um deve ser corrigido. Normalmente você pode ir apenas respondendo “y” para tudo, mas caso existam dados realmente importantes na partição é melhor prestar mais atenção. Arquivos danificados ou fragmentos de arquivos que puderam ser recuperados vão para a pasta “lost+found” no diretório raiz da partição.

Você pode também adicionar o parâmetro “-f”, que força a verificação da partição, mesmo que o sistema de arquivos pareça não ter problemas:

# fsck.ext3 -f /dev/hda1

O fsck não é capaz de recuperar o sistema de arquivos em casos de problemas com o superbloco, o setor que contém informações essenciais, como o tipo, tamanho, status e informações sobre a estrutura do sistema de arquivos. Quando não encontra o superbloco, o fsck simplesmente falha miseravelmente, exibindo um “fatal error”, sem maiores explicações.

É difícil estimar quantas reinstalações já foram feitas, e qual foi o efeito negativo sobre a reputação do sistema durante sua história por causa deste simples problema, que é felizmente fácil de resolver.

Sempre que a partição é criada, são criados vários superblocos alternativos, que servem justamente de backups para casos de problemas com o primeiro. Você pode ver a lista de endereços usando o comando “mkfs.ext3 -n partição”, como em:

# mkfs.ext3 -n /dev/hda1

Ao usar o comando, nunca esqueça de incluir o “-n”, caso contrário ao invés de mostrar as informações, ele vai formatar a partição. No final do relatório você encontra:

Superblock backups stored on blocks:
32768, 98304, 163840, 229376, 294912, 819200, 884736

Alternativamente, você pode usar também o comando “dumpe2fs /dev/hda1 | grep -i superblock”. O Testdisk (que vimos a pouco) também oferece uma opção para listar superblocos alternativos em partições EXT, que você acessa em “Advanced > Superblock”.

Chame novamente o comando “fsck.ext3”, adicionando a opção “-b”, seguida do endereço do superbloco que será usado. Caso eventualmente o primeiro resulte em erro, experimente o segundo, e assim por diante:

# fsck.ext3 -f -b 32768 /dev/hda2

Para partições EXT2, use o comando “fsck.ext2”, que suporta os mesmos parâmetros.

Numa partição ReiserFS, comece com o comando:

# reiserfsck –check /dev/hda1

Ele exibe um aviso: Do you want to run this program?[N/Yes] (note need to type Yes if you do):

Ou seja, você precisa digitar “Yes” para continuar, caso apenas dê Enter ele aborta a operação.

Ele vai verificar toda a estrutura do sistema de arquivos e indicar os erros encontrados. O próximo passo é usar a opção “–fix-fixable”:

# reiserfsck –fix-fixable /dev/hda1

Este segundo comando efetivamente corrige todos os erros simples, que possam ser corrigidos sem colocar em risco as demais estruturas do sistema de arquivos. Em 90% dos casos isto é suficiente.

Caso seja encontrado algum erro grave, ele vai abortar a operação. Estes erros mais graves podem ser corrigidos com o comando:

# reiserfsck –rebuild-tree /dev/hda1

Este comando vai reconstruir do zero todas as estruturas do sistema de arquivos, vasculhando todos os arquivos armazenados. Esta operação pode demorar bastante, de acordo com o tamanho e quantidade de arquivos na partição. Nunca interrompa a reconstrução, caso contrário você não vai conseguir acessar nada dentro da partição até que recomece e realmente termine a operação.

O “–rebuild-tree” vai realmente corrigir qualquer tipo de erro no sistema de arquivos. Ele só não vai resolver o problema caso realmente existe algum problema físico, como, por exemplo, um grande número de setores defeituosos no HD.

Finalmente, caso você esteja usando uma partição formatada em XFS, comece com o:

# xfs_check /dev/hda1

Ele vai indicar os problemas encontrados. Para realmente corrigi-los, rode o:

# xfs_repair /dev/hda1

Assim como no caso do reiserfsck, todo o processo é automático. Ao contrário do EXT2, tanto o ReiserFS quanto o XFS são sistemas de arquivos muito complexos, por isso qualquer intervenção manual só aumentaria a possibilidade de destruir tudo.

Mas, ambos incluem algumas opções avançadas, que podem ser especificadas no comando. Você pode dar uma olhada dentro dos manuais: “man reiserfsck” ou “man xfs_repair”.

Codecs Mutimédia no Fedora 13

Codecs Mutimédia no Fedora 13

Por Fedora não ser um producto comercial e ter como política a não inclusão de Software proprietário no seu repositório,  para escutarmos música ou vídeo que não estejam em formato open vamos ter que adicionar repositórios de terceiros a partir dos quais vamos instalar os plugins necessários  a fim de que possamos ver quase todos os tipos de vídeos e escutar mp3. Vamos adicionar os repositórios Rpm Fusion e Livna

Adicionando o Repositório Rpm Fusion:
1- Abrimos a consola em Aplicações>Ferramentas do Sistema>Consola e entramos como root.
su –
introduzimos a nossa Senha e de seguida vamos à inclusão do novo repositório.

2- Introduzimos o seguinte na consola (pode copiar e com o botão direito do rato clicar na Consola e seleccionar colar ou então seleccionar este comando e clicar com a rodinha do meio do rato encima da Consola):

rpm -Uvh http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-stable.noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-stable.noarch.rpm
Vai-nos sair algo assim na Consola:
A obter o http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-stable.noarch.rpm
A obter o http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-stable.noarch.rpm
aviso: /var/tmp/rpm-tmp.sERLsw: Header V3 RSA/SHA256 Signature, key ID 8fcff4da: NOKEY
aviso: /var/tmp/rpm-tmp.L8sb4Q: Header V3 RSA/SHA256 Signature, key ID 8dc43844: NOKEY
A preparar…               ########################################### [100%]
1:rpmfusion-free-release ########################################### [ 50%]
2:rpmfusion-nonfree-relea########################################### [100%]

Vai aparecer uma mensagem de NOKEY, mas não se preocupe porque depois a chave será importada.

Novo comando:
yum update

Agora na Consola vai aparecer algo assim:

Loaded plugins: presto, refresh-packagekit

rpmfusion-free                                           | 2.8 kB     00:00
rpmfusion-free/primary_db                                | 304 kB     00:01
rpmfusion-free-updates                                   | 2.8 kB     00:00
rpmfusion-free-updates/primary_db                        |  50 kB     00:00
rpmfusion-nonfree                                        | 2.8 kB     00:00
rpmfusion-nonfree/primary_db                             |  97 kB     00:00
rpmfusion-nonfree-updates                                | 2.8 kB     00:00
rpmfusion-nonfree-updates/primary_db                     | 6.5 kB     00:00
Setting up Update Process
Resolving Dependencies
–> Running transaction check
—> Package rpmfusion-free-release.noarch 0:13-2 set to be updated
—> Package rpmfusion-nonfree-release.noarch 0:13-2 set to be updated
–> Finished Dependency ResolutionDependencies Resolved================================================================================
Package                       Arq.       Versão    Repository             Size
================================================================================
Updating:
rpmfusion-free-release        noarch     13-2      rpmfusion-free         14 k
rpmfusion-nonfree-release     noarch     13-2      rpmfusion-nonfree      14 k

Transaction Summary
================================================================================
Install       0 Package(s)
Upgrade       2 Package(s)

Total download size: 28 k
Is this ok [y/N]: Aqui teclamos y

Downloading Packages:
Setting up and reading Presto delta metadata
Processing delta metadata
Package(s) data still to download: 28 k
(1/2): rpmfusion-free-release-13-2.noarch.rpm            |  14 kB     00:00
(2/2): rpmfusion-nonfree-release-13-2.noarch.rpm         |  14 kB     00:00
——————————————————————————–
Total                                            23 kB/s |  28 kB     00:01
aviso: rpmts_HdrFromFdno: Header V3 RSA/SHA256 Signature, key ID 2425b284: NOKEY
rpmfusion-nonfree/gpgkey                                 | 3.4 kB     00:00 …
Importing GPG key 0x2425B284 “RPM Fusion nonfree repository for Fedora (13) ” from /etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-rpmfusion-nonfree-fedora-13-i386
Is this ok [y/N]: y
warning: rpmts_HdrFromFdno: Header V3 RSA/SHA256 Signature, key ID a3780952: NOKEY
rpmfusion-free/gpgkey                                    | 3.3 kB     00:00 …
Importing GPG key 0xA3780952 “RPM Fusion free repository for Fedora (13) ” from /etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-rpmfusion-free-fedora-13-i386
Is this ok [y/N]: y
Running rpm_check_debug
Running Transaction Test
Transaction Test Succeeded
Running Transaction
Warning: RPMDB altered outside of yum.
Updating       : rpmfusion-free-release-13-2.noarch                       1/4
Updating       : rpmfusion-nonfree-release-13-2.noarch                    2/4
Cleanup        : rpmfusion-nonfree-release-11-2.noarch                    3/4
Cleanup        : rpmfusion-free-release-11-2.noarch                       4/4Updated:
rpmfusion-free-release.noarch 0:13-2  rpmfusion-nonfree-release.noarch 0:13-2Complete!
[root@star ~]#

Adicionando o Repositório Livna

 
Ainda como root vamos dar o seguinte comando:
rpm -ivh http://rpm.livna.org/livna-release.rpm

Vai-nos aparecer algo assim:

A obter o http://rpm.livna.org/livna-release.rpm
aviso: /var/tmp/rpm-tmp.GyUw2g: Header V4 DSA/SHA1 Signature, key ID a109b1ec: NOKEY
A preparar…               ########################################### [100%]
1:livna-release          ########################################### [100%]

Importamos a chave com o seguinte comando:

rpm –import /etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-livna
Bem agora que já foram adicionados os repositórios já existem condições para instalação dos Codecs Multimédia.
Instalando Codecs e Players de Vídeo e mp3Estando como root copie e cole na Consola o seguinte:
yum -y install libdvdcss gstreamer-plugins-bad gstreamer-plugins-ugly mplayer mplayer-gui gecko-mediaplayer mencoder vlc banshee gstreamer-ffmpeg xmms xmms-mp3 xmms-faad2 xmms-pulse xmms-skins audacious audacious-plugins-freeworld* xine-lib-extras-freeworld  xine xine-lib-extras  totem-gstreamer totem-xine totem-nautilus totem-mozplugin totem-pl-parser totem-youtube ffmpeg ffmpeg-libs gstreamer-plugins-good compat-libstdc++-33 compat-libstdc++-296 libdvdread libdvdnav lsdvd libdvbpsi

Não se preocupe com o monte de texto que vai sair na Consola, no final estarão instalados os Codecs e Media Players para quase todos os formatos de Vídeos.

Adobe Flash Player

Agora vamos instalar o flash-plugin a fim de que possamos ver vídeos no YouTube por exemplo ou outros conteúdos que requeiram Flash na Internet.

1- Baixar o Adobe Flash Player

2- Ainda estando como root vamos entrar na pasta Download que é para onde os downloads são descarregados por pré-definição.
Comando:

cd /home/joao/Download

Neste caso pus joao porque este é o meu nome de utilizador, você poderá ter um outro nome.

3- instalar o Flash Player:
Comando:

rpm -Uvh flash-plugin-10.0.45.2-release.i386.rpm

Ou então abra a pasta Download e clique duas vezes no pacote flash-plugin e o instalador fará o resto. Pedir-te-à a Senha e procederá à instalação.

Pronto! Já podemos desfrutar dos nossos ficheiros multimédia e curtir o YouTube!

Documentos de apoio:

http://rpmfusion.org/Configuration

http://www.my-guides.net/en/content/view/174/26/

http://ondalinux.blogs.sapo.cv/8882.html

Atualizando o Fedora 18 para o 19 com o Fedup

última versão do Fedora foi liberada ontem (02) com diversas novidades, incluindo o ambiente de trabalho Mate. que agora vem como uma das opções padrão da distribuição.

Se você já usa o Fedora 18 e quer migrar para o 19, uma “simples” formatação pode ser sinônimo de dor de cabeça, pois podem ser perdidas configurações e programas (e se você “der mole” no backup, ainda pode perder arquivos). Para isso foi criada a ferramenta Fedup, que faz um upgrade para a versão mais recente do Fedora.

Instalando o Fedup

sudo yum install fedup -y

Depois de instalado, rode os comandos:

yum clean all
fedup-cli –network 19

O Fedup vai baixar as atualizações dos pacotes do seu sistema e depois de concluído o download das atualizações dos pacotes, basta reiniciar seu PC. No Grub, selecione a opção “system upgrade” e espere a conclusão.

Pronto, agora você tem nas mão o novíssimo Fedora 19 “Schrodinger Cat”!

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